quinta-feira, 30 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Alexandre Herchcovitch (masculino) - Inverno 2009


R. Groove


sábado, 25 de abril de 2009
CAPAS



Water Clock
Muito interessante né?!



sexta-feira, 24 de abril de 2009
EU QUERO VER
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Projeto Encontros transforma estações de metrô em minicentros culturais
A Santa Cecília, primeira de 15 estações que vão passar por mudanças, recebeu um espaço cultural e conta agora com biblioteca, revistaria, café/lounge, espaço para apresentações musicais e de poesia, além de estrutura para exposições temporárias, painéis para mostras permanentes e telão de cinema para exibição de curta-metragens. Na área, ainda estão disponíveis telas de LCD, que prometem transmitir conteúdo cultural e informações de interesse da população. Nas paredes da estação, foram instalados painéis que contam a trajetória do bairro da Santa Cecília, da música e da literatura por meio de fotos, depoimentos e peculiaridades, além de personalidades da região.
A biblioteca, inaugurada em maio do último ano, foi reformada para se integrar ao novo espaço, dando continuidade ao programa Embarque na Leitura. O acervo da estação, que oferece também livros em braile, conta com mais de 2.500 exemplares e quase 2.000 sócios cadastrados.
"A ideia é implantar o projeto nas estações onde há espaço para as alterações. Queremos oferecer momentos de prazer, locais para as pessoas se reunirem e ao mesmo tempo terem acesso à história do bairro e a outras atrações", afirmou o secretário dos Transportes Metropolitanos José Luiz Portella, em entrevista exclusiva para a Folha Online.
Lei antifumo faz casas noturnas agendarem obras e mudanças estruturais
Para os proprietários de casas noturnas paulistanas entrevistados pela Folha Online, a nova lei obriga a criar estratégias para manter os clientes fumantes, além de trazer um possível estado de policiamento, acabando literalmente com a festa. Em alguns casos, os proprietários já agendam obras e cogitam livre acesso à rua.
Em clubes pequenos como o Audio Delicatessen, na Vila Madalena (região oeste), a proibição do fumódromo pode ser uma medida drástica. "Não tenho como ampliar meu espaço físico, por isso terei de chegar ao ponto de deixar as pessoas saírem para fumar, disse Marcos Zomignani, proprietário da casa noturna.
"Em um primeiro momento, corro o risco de perder clientes, já que tenho espaço reduzido. Se uma outra casa tem espaço livre, o fumante vai para lá. Quem tem espaço vai se dar bem."
Mãos à obra e ao alto
Porkão, sócio-proprietário do CB, bar roqueiro localizado na Barra Funda (região oeste), cogita retomar a reforma que a casa passou recentemente para a construção de uma área aberta.
"Íamos fazer uma área externa durante a reforma, mas seguramos só para reestrear logo. Queremos fazer um corredor, mas como não sei se poderá ter toldo, tenho que tomar cuidado com o barulho. Porque além de respeitar a lei do cigarro, já tenho que respeitar a do Psiu", disse o proprietário do CB.
Porkão não se diz contrário à lei, mas não concorda com veto aos fumódromos, já que, segundo ele, pelo menos 50% dos frequentadores da casa noturna são fumantes.
Diferente de Zomignani, do Audio Delicatessen, o proprietário do CB e da Casa Belfiori (espaço próximo ao CB) não cogita a possibilidade de liberar a porta para entrada e saída de fumantes. "É impossível ter controle."
E é justamente a falta de organização o maior receio entre os proprietários. Em caso de desrespeito à lei, os frequentadores podem denunciar os fumantes à polícia ou, no caso de a casa ser pega pela fiscalização, os proprietários deverão pagar multas.
"A tendência é de que as pessoas não respeitem e que isso crie um clima de policiamento. É complicado para o proprietário, pois ele terá de fiscalizar e tomar multa", disse Zomignani.
Prevenido
O Hi-Fi, misto de bar e casa noturna em Cidade Monções (região sul), lançou na última sexta-feira (03/04) um terraço no quarto andar da casa, que, segundo o sócio-proprietário Marcelo Castanheira, 40, foi criado pensando na lei antifumo. Ao acompanhar os trâmites, Castanheira resolveu ampliar uma varanda que havia na casa. Para o sócio, se a lei vigorar, o desafio será fazer o espaço se tornar popular entre os fumantes.
"Teremos de fazer a divulgação e ter maior controle para manter a comunicação entre fumantes e não fumantes. Acreditamos na consciência dos outros", afirmou Castanheira.
Também sócio da Cabaret, no Brooklin (região sul), Castanheira já tem planos de criar um jardim ao ar livre para os fumantes da outra casa, em um terreno ao lado. "Vamos começar a obra a partir desta semana, com acesso a um jardim, decoração e bancos, mesmo se a lei não for sancionada, pois [a restrição ao fumo] é um quadro irreversível", disse, prevenido.
@ UOL Entretenimento - Guia Cultural/SP by Camila Neuman para Folha Online
Persépolis
CINEASTAS: VINCENT PARONNAUD E MARJANE SATRAPIGÊNERO: ANIMAÇÃO
DIÁLOGO: FRANCÊS
LEGENDA: PORTUGUÊS
TAMANHO: 301MB
FORMATO: RMVB
SINOPSE: Marjane Satrapi (Gabrielle Lopes) é uma garota iraniana de 8 anos, que sonha em se tornar uma profetisa para poder salvar o mundo. Querida pelos pais e adorada pela avó, Marjane acompanha os acontecimentos que levam à queda do xá em seu país, juntamente com seu regime brutal. Tem início a nova República Islâmica, que controla como as pessoas devem se vestir e agir. Isto faz com que Marjane seja obrigada a usar véu, o que a incentiva a se tornar uma revolucionária.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Karim Hashid
De vassouras à jóias, passando por mobiliário, vestuário e jogos de tabuleiros - entre uma infinidade de outras coisas -, Karim Rashid é novo mago do design mundial.Ele é considerado um dos maiores nomes do design atual, o egípcio criado no Canadá, possui em seu currículo dezenas de prêmios, entre eles, o Best Retail Store e ID Magazine's Annual Design Review.
Para ele a imaginação não tem limites e sua ousadia de repensar o banal culminou na criação de muitas peças.Defensor do design democrático ou “designocracia”, um termo utilizado pelo próprio Karim Rashid onde ele afirma que não faz design apenas para a alta classe, mas para todas as pessoas. Segundo ele, o design não é só algo visual ou estético, mas está por toda parte e representa o que realmente é o mundo contemporâneo.
Suas criações discutem, de forma geral, a convivência e mentalidade do século XXI, priorizando o convívio humano e tentando sempre facilitar ainda mais o dia-a-dia das pessoas.
http://www.karimrashid.com
http://www.karimrashidshop.com




































